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terça-feira, 7 de junho de 2011

Cem anos da morte de Totó Paes

Cento e cinco anos da morte de Totó Paes

Fonte: SECOM MT


A chamada Revolução de 1906 terminou em 6 de julho, com o assassinato do ex-presidente do Estado de Mato Grosso, Antônio Paes de Barros, mais conhecido por Totó Paes. Totó Paes presidiu Mato Grosso Totó Paes presidiu Mato Grosso de 1903 a 1906, quando no dia 6 de julho, foi morto por integrantes da milícia de Generoso Ponce, contra quem combateu na chamada Revolução de 1906. Pecuarista, industrial, político e empreendedor, Totó Paes foi considerado o “pai da indústria” de Mato Grosso. Entre seus feitos de empreendedor, criou em 1896 a famosa Usina de Itaicy, uma ousada construção com tecnologia e equipamentos importados da Alemanha. Ali, além da poderosa produção de açúcar e álcool, Itaicy ficou famosa por sua estrutura social, econômica (tinha moeda própria) e cultural, revolucionou inclusive a relação patrão/empregados, outra ousadia para a época. Foi lá também que se instalou a primeira rede de energia elétrica de Mato Grosso e uma das primeiras do país.

terça-feira, 16 de março de 2010

Saiba mais sobre o turbulento contexto histórico que culminou na morte do governador Totó Paes

O professor de História do CNDL, Edenilson Morais, aborda nesta video-aula o contexto político do início do século 20 com as alianças e dissidências políticas que originaram um acirrada disputa pela hegemonia no estado levando à violentas contendas, cujo desfecho mais trágico foi o assassinato do então governador de Mato Grosso, Antônio Paes de Barros, o conhecido "Totó Paes".

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A Morte de Totó Paes, de Alfredo da Mota Menezes


Será que o governador foi assassinado ao invés de ter sido morto numa luta com seus perseguidores? Por que ele não foi capturado vivo? A quem interessava sua morte? O foco principal deste livro é saber quais motivos, principalmente os políticos, levaram à morte de Totó Paes, ou Antonio Paes de Barros, morto em 1906 quando governava Mato Grosso. Não há bandidos ou heróis no palco de disputas em que se transformou Mato Grosso naquele período. Talvez o mais trepidante e instigante momento político que o estado já passou. O livro mostra o que estava por trás disso tudo. Totó Paes ou Antonio Paes de Barros foi morto em 1906 quando governava Mato Grosso. Sua usina de açúcar, Itaicy, era a mais bem aparelhada do estado na época. Sua morte é até hoje motivos de acesos debates. O livro procura entender por que se chegou àquele desfecho. A busca do autor foi pelos fatos políticos que estavam envolvidos o estado desde a proclamação da República em 1889 até a morte do governador.Não dá para separar aquele acontecimento das várias disputas políticas que viveu o estado. Eram os grupos e partidos políticos procurando preencherem os espaços surgidos com o novo regime no país. E nessa tentativa, Mato Grosso passou por três “revoluções”. Uma em 1892, outra em 1899 e a última, em que perdeu a vida o governador Antonio Paes de Barros, em 1906.Fatos ocorridos nos governos dos presidentes Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto, Campos Sales e Rodrigues Alves ajudam a empurrar a política em Mato Grosso em direções diferentes. O livro mostra que o que acontecia no estado não eram fatos isolados, estava conectado com os acontecimentos nacionais. E até mesmo aos internacionais.O Tratado de Petrópolis de 1903, com a cessão do Acre ao Brasil pela Bolívia, é um dos fatores que ajudou a botar fogo nas relações políticas do estado. Impressiona também como a força militar federal sediada em Mato Grosso interferia nos assuntos políticos locais. Chama atenção ainda a estreita ligação do estado com os países da Bacia do Prata. A hidrovia Paraguai-Paraná unia os diferentes interesses.Mas o foco principal deste livro é saber quais motivos, principalmente os políticos, levaram à morte de Totó Paes. Não há bandidos ou heróis no palco de disputas em que se transformou o estado naquele período. Talvez o mais trepidante e instigante momento político que o estado já passou. O livro mostra o que estava por trás disso tudo.


Sobre o autor:Alfredo da Mota Menezes nasceu em Poxoréo-MT. Publicou os livros: A herança de Stroessner: Brasil-Paraguai, 1955-1980 (Campinas: Papirus, 1987). Este livro foi publicado no Paraguai como La herencia de Stroessner (Assunção: Editora Carlos Schaumam, 1990); Do sonho à realidade: a integração econômica latino-americana (São Paulo: Alfa Ômega, 1990). Guerra do Paraguai: como construímos o conflito (São Paulo: Contexto, 1998); Coisas do cotidiano (Cuiabá: Millenium, 2003); Os blocos econômicos nas relações internacionais (Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2006); e Momento brasileiro: do fim do regime militar à eleição do Lula (Rio de Janeiro: Gryphus, 2006). O autor é PhD em História da América Latina, pela Tulane University-EUA, onde fez também o pós-doutorado e lecionou como professor visitante. Foi professor titular na Universidade Federal de Mato Grosso. É articulista no jornal A Gazeta, desde 1991.

Serviço:Título: A Morte de Totó Paes

Autor: Alfredo da Mota MenezesEdição: 1ª - 2007ISBN: 978-85-99146-35-4

Tamanho: 13,8 x 20,8 cm

Nº de páginas: 208

Gênero: História, Política em Mato Grosso

Editora: Carlini & CaniatoPreço: R$ 35,00

Editora TantaTinta/Carlini & Caniato(65)3023-5714/5715